Os pequenos Lambaris da fazenda



A minha primeira pescaria, há uns 15 anos atrás, foi exatamente aqui. Meu pai trabalhava na fazenda e nem era lá muito pescador, mas um dia sei lá porque, ele resolveu me levar para pescar. E de lá pra cá eu não parei mais... Voltar aqui não e apenas reviver aquelas tardes fantásticas, é despertar o meu mundo imaginário de infância... Um mundo mágico de sonhos, de monstros, de suspense, do inesperado encontro com um grande peixe!

É inverno! Nessa época do ano as pastagens ficam amareladas, as folhas e flores secam... a água é mais gelada e com ela, a atividade dos peixes também diminui.

Com tanta variedade de peixes e para cada qual tantas técnicas específicas de captura, fazem da pesca um esporte infinitamente rico. Para pescar os Lambaris do açude da fazenda não precisava de muita coisa. Uma varinha de mão, bóia, anzol mosquito e massinha eram suficientes.

Pescar tem sempre um sentimento misturado de ansiedade e relaxamento, de desatre e triunfo. Não e apenas o brilho dourado que se captura ao pescar um maravilhoso e pequeno Lambari. Nossos olhos também capturam a paz de criaturas e lugares incríveis... A paixão pela pesca não é apenas sobre como pescar, e sim, sobre como aproveitar!

Pra mim, pescar é ficar perto da natureza, ficar mais perto daqueles sonhos de criança, das criaturas incríveis e dos lugares secretos. Pescar é poder torná-lo real. Se você captura ou não, o aspecto mágico de uma pescaria que ela te leva a um outro mundo, um lugar mais bonito, um mundo de paz.


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Um comentário:

Anônimo disse...

MUITO BOM !!!!!

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